segunda-feira, 21 de abril de 2014

O maior hambúrguer do mundo

Dois chefs da cidade de Pleasanton, na Califórnia (Estados Unidos) conseguiram empolgar uma multidão - e também o Livro dos Recordes - ao preparar e cozinhar o maior hambúrguer comercialmente disponível do mundo, durante a Alameda County Fair (feira anual da região onde acontecem eventos tradicionais, como uma corrida de porcos [!]).

O hamburgão pesa incríveis 352,44 kg, superando facilmente o recorde anterior de 267,61 kg, feito pelo chef Ted Reader em Toronto, no Canadá, em maio deste ano.

Brett Enright e Nick Nicora, os realizadores da façanha. contam que o hambúrguer levou 15 horas para cozinhar, das 5h às 20h. "A ideia surgiu em dezembro, quando eu estava de folga do trabalho. Pensei: 'aposto que consigo fazer o maior hambúrguer do mundo'.

domingo, 20 de abril de 2014

A jaca mais pesada do mundo (34,6 kg)

A fruta, pesando quase 35 kg, com 57,5 cm de comprimento e uma circunferência de 121,3 cm, foi colhida em 8 de agosto de 2003, por George e Margaret Schattauer, em Captain Cook, Havaí, EUA.

Comer pessoas mortas

Essa é com certeza umas das tradições mais bizarras do mundo. Ela é praticamente abertamente por uma tribo hindu chamada Aghoris. Eles se alimentam da carne de mortos crua, simplesmente pegam um corpo e comem a vontade. Essa seita é conhecida por não ter limites, por isso eles bebem e comem qualquer coisa, inclusive se drogam.

Cortar sua propia barriga

Mais conhecida como Harakiri, o Seppuku é uma tradição praticada pelos japoneses, que consiste em cortar a própria barriga com uma espada para se livrar da desonra, para evitar ser pego pelo inimigo na batalha ou mesmo por lealdade.
O interessante é que existe todo um ritual de purificação antes de se matar. E, também não basta apenas se cortar de qualquer jeito, a espada deve entrar na esquerda e rasgar toda a barriga até a direita, para expor as vísceras, depois ainda tem que se fazer um corte para cima, como um golpe de misericórdia. Mesmo sendo uma técnica extremamente dolorosa de morte, nao se pode demonstrar dor nem medo na hora de realizar o Harakiri.

sábado, 19 de abril de 2014

Surfista havaiano pegou com sucesso onda com cerca de 30 metros de altura.


Garrett McNamara dificilmente se esquecerá do dia em que se tornou no primeiro a conseguir surfar uma onda de 30 metros, um fenómeno gigantesco motivado por um acidente geomorfológico raro na costa da Nazaré, o maior do género em toda a Europa.

Dia dos mortos no Mexico

Além de um dia de lembranças e saudade, o dia de Finados pode ser também um dia de festa, pelo menos em outros países, onde o 02 de novembro é celebrado com música, fantasias, apresentações teatrais, caveiras bem simpáticas e muita alegria.
O Día de Muertos (Dia dos Mortos) mais conhecido, é o mexicano e por ali a comemoração começou antes da chegada dos colonizadores espanhóis. Por lá e em alguns países da América Central e em comunidades dos EUA (onde há grande concentração de população com origem mexicana ou centroamericana) a festa acontece nos dias 01 e 02 de novembro, coincidindo com as celebrações católicas dos dias de Todos os Santos (01) e Finados (02).
A festividade mexicana é declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Origem do Chiclete




Um dos doces preferidos das crianças de hoje era também uma das diversões mais comuns das crianças astecas dos séculos XIV a XVI.

Mascar chicletes é um hábito antigo que, por muitos anos, envolveu um código rígido de conduta. A arqueóloga Jennifer Mathew, em seu recém-lançado livro "Chicle: The Chewing Gum of the Americas" ("Chiclete, a goma de mascar das Américas", inédito em português), mostra curiosidades dessa história e traça todo o percurso da substância que não acaba na boca.

Aparentemente descoberto pelos astecas e pelos maias, o chiclete pode ter origens ainda mais antigas. "Os exemplos mais remotos que temos da goma vêm da Mesopotâmia, começando no ano 9 mil AC.

Os astecas mantinham uma disciplina rigorosa no assunto. Segundo Mathews, homens e mulheres casadas que mascavam goma em público eram considerados "repugnantes" - somente mulheres idosas e crianças poderiam fazê-lo. Documentos descrevem prostitutas que podiam ser identificadas pelo seu perfume forte e pelo som de suas bocas mascando chicletes.

Homens e mulheres que não cumprissem essas regras eram geralmente taxados de pervertidos. Eles sabiam do uso da goma para limpar os dentes - usavam também para acender fogo -, mas simplesmente não queriam que isso fosse feito em público.